Estradas ( 06/05/2012)
Caminho por estradas jamais vistas,sentindo que já me perdi nessas
quebradas e não encontrei um sinal de vivaluz ou clareira aberta para
aliviar a tensão que domina totalmente aos poucos o que resta daquilo
que um dia foi meu coração, não há música...apenas um silêncio como se
fosse o veto dos ancestrais, o olhar fugidio, a morte espreita e me
deito,fecho os olhos e só acho o vazio
São pensamentos guardados na escrivaninha, textos e reflexões sobre o que me alegra e atormenta, pois se hoje é alegria pode ser tormenta depois, e o hoje o que me assusta, pode me acalmar depois. Tiro-os da gaveta, exponho uma parte de um todo
domingo, 6 de maio de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Imagem (02/04)
Delírio ou real idade das pedras (02/04)
Água batendo nas pedras
sob o céu estrelado
corpos entrerroscados unindo na areia
a noite como testemunha
o líquido embebeda minha boca
bailo contigo ao som de Piazzola
enquanto guerreiros protegem nosso ninho
a geração quem vem terá que ser divina
divina água limpando o sangue das pedras
levando o corpo para o mar
Água batendo nas pedras
sob o céu estrelado
corpos entrerroscados unindo na areia
a noite como testemunha
o líquido embebeda minha boca
bailo contigo ao som de Piazzola
enquanto guerreiros protegem nosso ninho
a geração quem vem terá que ser divina
divina água limpando o sangue das pedras
levando o corpo para o mar
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